Club de
Passo Fundo

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Rotarys de Passo Fundo promovem projeto Corona Zero em asilos do Município

O Rotary Club de Passo Fundo e o Rotary Club de Passo Fundo Planalto Médio, em parceria com a Associação Brasileira de Portadores de Hepatite (ABPH), aplicaram testes para detecção do novo coronavírus em moradores e funcionários de asilos de idosos, legalmente denominados de Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs). Os testes, realizados nos dias 13 e 14 de agosto, são do tipo RT-PCR, considerado o padrão-ouro no diagnóstico da Covid-19. A ideia partiu da ABPH, que buscou a parceria do Rotary para chegar ao maior número possível de comunidades no país. Passo Fundo é uma das primeiras cidades do Estado a receber os testes através do Rotary. Eles foram aplicados pelas próprias equipes de saúde das instituições, tendo sido contemplados 13 asilos na cidade, totalizando cerca de 580 pessoas. Segundo explica a presidente do Rotary Club de Passo Fundo, “foram três meses de cadastramento e preenchimento de requisitos necessários, com fila de espera de mais de mil instituições de todo Brasil, e felizmente fomos contemplados. Com certeza, essa testagem será de grande ajuda às ILPIs de nossa cidade, que estão tão fragilizadas neste momento”, falou Lisiane Sperotto Grando. O presidente do Rotary Club de Passo Fundo Planalto Médio, José Humberto Quevedo Melo, afirma que “a união entre os clubes da cidade permitem a transformação da realidade, no objetivo de atender a sociedade quando necessitada de auxílio”. O Projeto contou ainda com diversos apoiadores, como, por exemplo: a Secretaria Municipal de Saúde auxiliou na coleta de dados para o cadastramento das instituições, promovidos pelos dois clubes de Rotary, e a enfermeira Cássia Comin fez a ponte entre o clube e as ILPIs, bem como o treinamento dos profissionais de saúde para a aplicação dos testes; o Hospital São Vicente de Paulo doou gelox para conservação das amostras; o Hemocentro realizou a guarda temporária dos testes feitos; a vigilância em saúde realizou o transporte dos testes realizados até Porto Alegre para processamento, e vários rotarianos e outros voluntários emprestaram coolers, doaram materiais e realizaram a entrega dos testes nas ILPIs. Projeto em nível nacional O projeto foi apresentado pelo diretor do Rotary Internacional no Brasil, Mário César Martins de Camargo. “O Rotary nasceu com a demanda de servir aos outros, antes de fazermos por nós mesmos. A Rotarian Action Group (RAG) tem experiência na área da testagem desde o Projeto Hepatite Zero”, lembrou Camargo. A Fundação Rotária, fundo monetário para projetos do Rotary, forneceu 525 mil dólares aos 23 distritos brasileiros, que são regiões descentralizadas de organização. Estima-se, com base em estatísticas dos Estados Unidos e Europa, que 20 a 50% dos idosos nestes estabelecimentos poderão vir a óbito com o avanço da doença. A entidade está em busca de parceiros para que mais casas de idosos sejam abrangidas no projeto, segundo Camargo. “É uma chance única para podermos ajudar a essa faixa etária. Congregamos os governadores do Rotary pelo país”, concluiu. O presidente da ABPH e do Rotarian Action Group (RAG), Humberto Silva, o mentor do projeto, disse que a associação agiu muito rápido, depois da Organização Mundial da Saúde (OMS) ter revelado em 1º de maio que metade das mortes provocadas pela Covid-19 foram de residentes nessas instituições. “A ideia para este projeto, que era tão abstrato, se materializou e nos enche de alegria”, contou Silva. No Brasil, já há mais de 1.000 lares de idosos cadastrados e não houve nenhuma morte por coronavírus até o momento nas ILPIs em que os testes foram efetuados, o que demonstra o sucesso do projeto.

Postado em 31 de Agosto de 2020 por Rotary Club de Passo Fundo

Projeto Descarte Consciente continua em Passo Fundo se expande pelo RS

O Projeto Descarte Consciente, iniciado pelo Rotary Club de Passo Fundo em junho, continua!Mais 25.000 saquinhos vermelhos foram distribuídos no município no mês de julho, em diversos pontos de alta circulação na cidade, especialmente supermercados e farmácias. A distribuição foi feita principalmente pelos companheiros Hérison Enst, Vlademi Saraiva e Everton Dalcul.Além disso, o referido projeto rompeu fronteiras e se espalhou por outros três distritos gaúchos, o 4660, 4780 e 4670. Dessa forma, praticamente todo o Estado já conta com os saquinhos vermelhos para descarte de máscaras e luvas descartáveis.Vale lembrar que a iniciativa conta com a parceria da empresa marauense Plastimarau.

Postado em 29 de Julho de 2020 por Rotary Club de Passo Fundo

Rotary promove agroflorestas sustentáveis em Alagoas

Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary. O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais. “Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria. O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente. Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto. Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária. O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores. No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto. Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.

Postado em 27 de Julho de 2020

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